Posso realizar exercícios físicos durante o tratamento?
Nosso corpo foi feito para o exercício físico e ele dever ser feito de forma regular e constante, respeitadas as limitações individuais de cada um. Não se esqueça de fazer uma avaliação cardiológica antes de iniciar exercícios e preferencialmente faça-os supervisionados por um professor de educação física. Fazer exercícios é fundamental para uma vida saudável!
Cuidados com o corpo após o tratamento de câncer de mama
Não há restrições sobre uso de cremes e demais cuidados com o corpo ou aparência. A perda do cabelo talvez seja um dos grandes medos das pacientes. Isto acontece com alguns tipos de quimioterapia. Não se esqueça que cabelos crescem após o tratamento e não deixe que isto te abale, pois existem perucas muito bem feitas que minimizam esta perda. Além das perucas, muitas mulheres utilizam um lindo lenço que poderá até realçar seus olhos e deixá-la mais atraente!Apenas após o esvaziamento axilar (que é a limpeza das ínguas nas axilas), feito para alguns casos, recomenda-se cuidados para não traumatizar o braço operado, por exemplo, com depilações. Mantenha-se bonita sempre, não se esqueça afinal você é uma mulher linda!
Sexualidade: o que se altera com o câncer de mama?
Este é um ponto muito importante e delicado. As mamas representam um símbolo da sexualidade feminina e esta doença pode abalar o lado sexual da paciente. Aconselha-se que as mulheres tenham um diálogo franco com seus parceiros sobre seus medos e angústias para que ele também entenda o que esta acontecendo com ela. O marido/parceiro precisa compreender que para a paciente que está atravessando pela doença, não é fácil conviver com o peso de perder uma mama e, desta forma, precisaria apoiá-la e respeitá-la em cada momento. Também é necessário respeitar o tempo de cada um. É importante dizer que a vida sexual propriamente dita pode ser realizada normalmente. Contudo, às vezes, algumas exigências podem ser necessárias, como fazer amor no escuro, por exemplo. Não custa respeitar!
Osteoporose, Menopausa e o câncer de mama
O câncer de mama mais frequentemente ocorre em mulheres que pararam de menstruar. Nas mais jovens, o tratamento pode causar a parada dos ciclos menstruais. Isto pode ser bom para o tratamento, mas ruim para a paciente, pois estes sintomas de falta de ciclos significam falta de hormônio feminino. Esta falta leva a falta de humor, dificuldade para dormir, perda de vontade sexual, secura vaginal e dor durante as relações, cabelos mais quebradiços, pele ressecada, fraqueza dos ossos (osteoporose), entre outros sintomas. Infelizmente, se você tem ou teve câncer não é recomendada uma terapia hormonal para suprir esta ausência. No entanto, existem tratamentos alternativos que podem minimizar estes sinais e sintomas, cujas possibilidades de utilização podem ser discutidas com seus médicos.
Atenção: previna-se contra o Linfedema
O linfedema é o acúmulo de líquidos no braço operado em que foi feito o esvaziamento axilar. Esta cirurgia deve ser realizada sempre que as ínguas axilares apresentarem sinais da doença. Este acúmulo após a cirurgia pode ocorrer de 5 a 20% dos casos. Antigamente achava-se que as pacientes não deveriam movimentar os braços operados, mas hoje sabe-se que quanto antes isto ocorrer, mais cedo recuperará suas funções. A equipe de fisioterapia do Hospital está preparada para todas as orientações, tanto para prevenção, quanto diagnósticos precoce do linfedema. Pede-se que a paciente evite movimentos bruscos, traumatismos, mas principalmente evitar carregar peso por muito tempo com o braço operado. Uma vez instalado o linfedema, é fundamental o acompanhamento fisioterápico.
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Orientações para enfrentar o tratamento de câncer de mama
A principal sugestão é o esclarecimento. Não deixe de tirar todas as suas dúvidas. Anote sempre quando surgirem e traga na consulta para que podemos esclarecê-las. Quando uma paciente sabe aquilo está acontecendo, isso pode auxiliar no seu próprio tratamento. Além disso, o Hospital conta com equipe de psicologia para propiciar um suporte para as pacientes.
Tratamento do câncer de mama
Os tratamentos para o câncer de mama resumem-se em clínicos e cirúrgicos. Os cirúrgicos envolvem os tratamentos conservadores, aqueles que preservam a mama como as tumorectomias, quadrantectomias e os radicais - conhecidos como mastectomias.
A maioria dos cânceres de mama podem “metastatizar” para a axila, portanto a avaliação axilar pode ser feita através do linfonodo axilar ou dissecção axilar quando a sentinela possui células neoplásicas. Hoje em dia, há uma modalidade conhecida como oncoplásticas, ou seja, tratamentos conservadores que usam técnicas de cirurgia plástica para o tratamento do câncer de mama.
Com isso obtém-se um tratamento oncologicamente eficaz e permite-se um efeito estético satisfatório para a paciente, mesmo porque este tratamento permite igualar cirurgicamente a mama contralateral. Nos casos das mastectomias é importante salientar que todas as mulheres têm o direito da reconstrução mamária.
O tratamento clínico envolve vários tipos de medicamentos chamados quimioterápicos e hormonioterápicos, cada qual com sua função e efeito colateral.
Além disso, existe a radioterapia que deve ser empregada na sequência do tratamento cirúrgico, conservador ou em casos específicos de câncer avançado.
De maneira geral é importante dizer que hoje, o tratamento é muito individualizado, portanto cada caso será estudado particularmente e receberá um tratamento específico. Portanto, não se assustem se alguém passar por um tratamento diferente do seu. Lembre-se: cada caso é um caso!
Quais os estágios do câncer de mama?
Os estádios do câncer de mama são formas que os médicos dão de dar notas para o momento da doença do paciente no caso do câncer de mama são divididos em 5 tipos:
Estadio 0: quando a doença esta restrita ao local onde começou (carcinomas in situ)
Estadio 1: a doença invadiu a região local, mas possui no máximo 2cm de tamanho (carcinomas invasivos = tem chance de mandar células para outras partes do corpo)
Estádio 2: a doença invadiu a região local, mas possui entre 2 e 5cm de tamanho e ínguas pouco comprometidas na axila (carcinomas invasivos)
Estádio 3: a doença invadiu a região local, mas possui tamanho maior que 5cm ou ínguas muito comprometidas na axila (carcinomas invasivos)
Estádio 4: quando a doença invadiu outras partes do corpo como: ossos, pulmões, fígado, etc
Uma série de pesquisas vem sendo realizada colaborativamente no Reino Unido com um imenso potencial futuro, não só como meio de detecção do câncer antes (ou ao invés) da mamografia, mas também como técnica que poderia ajudar a selecionar a terapia mais adequada para uma paciente.
Os estudos liderados pelos doutores Jacqui Shaw e R.C. Coombes consistem em técnicas sofisticadas para detecção de material genético que seria típico de câncer, e poderiam diferenciar se o material genético vem de células de câncer de outros órgãos. Além disso, através destas alterações genéticas (também chamadas de epigenéticas) seria possível determinar o prognóstico do câncer (chance de levar à implantação de metástase), assim como prever a resposta a determinados tratamentos.
Embora extremamente promissora, a técnica tem de ser encarada ainda como experimental. Já tivemos outros exemplos de tecnologias fantásticas que acabaram não podendo ser usadas em larga escala. Por exemplo, há mais de uma década já se conhece o fato de que há células tumorais circulando no sangue em pacientes com câncer, e a quantificação destas células mantém um paralelo com prognóstico e com resposta a tratamento. Assim, pacientes com muitas células antes de um tratamento que passam a ter um número menor após um determinado tratamento serão aqueles que se beneficiarão mais da continuidade deste tratamento em questão. Ocorre que, apesar do conhecimento sobre este fato, por se tratar de um número pequeno de células circulantes e por limitações e custo elevado da técnica para sua detecção, esta avaliação acabou tendo sua utilidade limitada.
O aspecto empolgante destes novos projetos em andamento consiste no fato de que, em face do progressivo barateamento da tecnologia necessária à realização desta pesquisa de material genético circulante, podemos antever que, em futuro não muito distante, seremos capazes de rastrear o câncer de mama através de exame de sangue, e na mesma amostra já determinar quais serão as melhores medicações para a paciente em questão.
Este avanço se junta a muitos outros, como cirurgias menores na mama, radioterapia de duração mais curta e diversas novas medicações com eficácia significativa contra o câncer de mama. Vale, no entanto, dizer que, no contexto da dificuldade de acesso a um diagnóstico e tratamento precoce e adequado em nosso país, devemos cada vez mais focar na aderência à mamografia e disponibilização imediata de tratamento adequado como os principais meios que reduzirão a mortalidade por câncer de mama.
Fonte: http://www.einstein.br/
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terça-feira, 28 de outubro de 2014
DÚVIDAS E CUIDADOS DURANTE O TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA
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Vânia Mara
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TRATAMENTO DO CÂNCER DE MAMA
Orientações para enfrentar o tratamento de câncer de mama
A principal sugestão é o esclarecimento. Não deixe de tirar todas as suas dúvidas. Anote sempre quando surgirem e traga na consulta para que podemos esclarecê-las. Quando uma paciente sabe aquilo está acontecendo, isso pode auxiliar no seu próprio tratamento. Além disso, o Hospital conta com equipe de psicologia para propiciar um suporte para as pacientes.
Tratamento do câncer de mama
Os tratamentos para o câncer de mama resumem-se em clínicos e cirúrgicos. Os cirúrgicos envolvem os tratamentos conservadores, aqueles que preservam a mama como as tumorectomias, quadrantectomias e os radicais - conhecidos como mastectomias.
A maioria dos cânceres de mama podem “metastatizar” para a axila, portanto a avaliação axilar pode ser feita através do linfonodo axilar ou dissecção axilar quando a sentinela possui células neoplásicas. Hoje em dia, há uma modalidade conhecida como oncoplásticas, ou seja, tratamentos conservadores que usam técnicas de cirurgia plástica para o tratamento do câncer de mama.
Com isso obtém-se um tratamento oncologicamente eficaz e permite-se um efeito estético satisfatório para a paciente, mesmo porque este tratamento permite igualar cirurgicamente a mama contralateral. Nos casos das mastectomias é importante salientar que todas as mulheres têm o direito da reconstrução mamária.
O tratamento clínico envolve vários tipos de medicamentos chamados quimioterápicos e hormonioterápicos, cada qual com sua função e efeito colateral.
Além disso, existe a radioterapia que deve ser empregada na sequência do tratamento cirúrgico, conservador ou em casos específicos de câncer avançado.
De maneira geral é importante dizer que hoje, o tratamento é muito individualizado, portanto cada caso será estudado particularmente e receberá um tratamento específico. Portanto, não se assustem se alguém passar por um tratamento diferente do seu. Lembre-se: cada caso é um caso!
Quais os estágios do câncer de mama?
Os estádios do câncer de mama são formas que os médicos dão de dar notas para o momento da doença do paciente no caso do câncer de mama são divididos em 5 tipos:
Estadio 0: quando a doença esta restrita ao local onde começou (carcinomas in situ)
Estadio 1: a doença invadiu a região local, mas possui no máximo 2cm de tamanho (carcinomas invasivos = tem chance de mandar células para outras partes do corpo)
Estádio 2: a doença invadiu a região local, mas possui entre 2 e 5cm de tamanho e ínguas pouco comprometidas na axila (carcinomas invasivos)
Estádio 3: a doença invadiu a região local, mas possui tamanho maior que 5cm ou ínguas muito comprometidas na axila (carcinomas invasivos)
Estádio 4: quando a doença invadiu outras partes do corpo como: ossos, pulmões, fígado, etc
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Vânia Mara
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terça-feira, 21 de outubro de 2014
NOVIDADES SOBRE O CÂNCER DE MAMA -
Uma série de pesquisas vem sendo realizada colaborativamente no Reino Unido com um imenso potencial futuro, não só como meio de detecção do câncer antes (ou ao invés) da mamografia, mas também como técnica que poderia ajudar a selecionar a terapia mais adequada para uma paciente.
Os estudos liderados pelos doutores Jacqui Shaw e R.C. Coombes consistem em técnicas sofisticadas para detecção de material genético que seria típico de câncer, e poderiam diferenciar se o material genético vem de células de câncer de outros órgãos. Além disso, através destas alterações genéticas (também chamadas de epigenéticas) seria possível determinar o prognóstico do câncer (chance de levar à implantação de metástase), assim como prever a resposta a determinados tratamentos.
Embora extremamente promissora, a técnica tem de ser encarada ainda como experimental. Já tivemos outros exemplos de tecnologias fantásticas que acabaram não podendo ser usadas em larga escala. Por exemplo, há mais de uma década já se conhece o fato de que há células tumorais circulando no sangue em pacientes com câncer, e a quantificação destas células mantém um paralelo com prognóstico e com resposta a tratamento. Assim, pacientes com muitas células antes de um tratamento que passam a ter um número menor após um determinado tratamento serão aqueles que se beneficiarão mais da continuidade deste tratamento em questão. Ocorre que, apesar do conhecimento sobre este fato, por se tratar de um número pequeno de células circulantes e por limitações e custo elevado da técnica para sua detecção, esta avaliação acabou tendo sua utilidade limitada.
O aspecto empolgante destes novos projetos em andamento consiste no fato de que, em face do progressivo barateamento da tecnologia necessária à realização desta pesquisa de material genético circulante, podemos antever que, em futuro não muito distante, seremos capazes de rastrear o câncer de mama através de exame de sangue, e na mesma amostra já determinar quais serão as melhores medicações para a paciente em questão.
Este avanço se junta a muitos outros, como cirurgias menores na mama, radioterapia de duração mais curta e diversas novas medicações com eficácia significativa contra o câncer de mama. Vale, no entanto, dizer que, no contexto da dificuldade de acesso a um diagnóstico e tratamento precoce e adequado em nosso país, devemos cada vez mais focar na aderência à mamografia e disponibilização imediata de tratamento adequado como os principais meios que reduzirão a mortalidade por câncer de mama.
Fonte: http://www.einstein.br/
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Vânia Mara
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CAMINHADA PODE REDUZIR O ÍNDICE DE CÂNCER DE MAMA -
Caminhar meia hora por dia já ajuda na diminuição do risco da doença.
As mulheres que praticam pelo menos 30 minutos por dia de caminhada têm 10% menos de chance de desenvolver câncer de mama, revelou um estudo publicado no jornal da Associação Americana de Pesquisa do Câncer. Os cientistas monitoraram mulheres que já haviam passado pela menopausa.
— Nós descobrimos que a atividade física de lazer, mesmo de modesta intensidade, parecia ter um impacto rápido sobre o risco de câncer de mama. As mulheres devem ser encorajadas a continuar o exercício físico. E aquelas que não se exercitam deveriam iniciar, porque o seu risco de câncer de mama pode diminuir rapidamente — explica o pesquisador Agnes Fournier.
Câncer de mama continua a ser o vilão da saúde feminina
Fournier e colegas analisaram dados obtidos a partir de questionários preenchidos por quase 60 mil mulheres pós-menopáusicas. O tempo médio de acompanhamento foi de 8,5 anos — durante os quais 2 mil mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama invasivo.
Pesquisa aponta que exercício físico pode ser aliado na prevenção do câncer de mama
Os efeitos de redução de risco de câncer de mama por causa da atividade física eram independentes do índice de massa corporal, ganho de peso, circunferência da cintura e do nível de atividade de cinco a nove anos antes.
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Vânia Mara
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NOVIDADES NO TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER DE MAMA
O câncer de mama é a neoplasia que mais atinge as mulheres em todo o mundo. O tratamento, porém, deve ganhar nos próximos anos um importante reforço. Trata-se do T-DM1, medicamento ainda em fase final de testes, apresentado durante a 48ª da reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco), realizada em Chicago, nos Estados Unidos. A droga teve resultados satisfatórios no tratamento do câncer de mama metastático com superexpressão de HER2. O objetivo principal do novo medicamento é prolongar a sobrevida e retardar a evolução da doença sem causar os efeitos colaterais típicos da quimioterapia, melhorando, assim, a qualidade de vida das pacientes.
De acordo com o estudo, os pacientes que fizeram uso do T-DM1 apresentaram melhor controle da doença, redução do tumor e ganho de qualidade de vida em relação aos pacientes que não fizeram o uso da droga.
Entretanto, a oncologista da Oncomed dra. Letícia Carvalho ressalta que, apesar dos índices altamente positivos, a droga chega como uma opção a mais no tratamento, e não como uma solução definitiva. "O T-DMI é uma arma a mais no combate ao câncer de mama avançado, mas, antes dele, temos inúmeras opções de tratamento, tanto para tumores iniciais quanto para casos mais avançados", afirma. "O T-DMI não é uma droga preventiva. A prevenção do câncer de mama e o diagnóstico precoce são os principais armamentos no combate à doença, que deve, no entanto, ser orientada pelo mastologista e oncologista", completa.
O medicamento passará por aprovação da Anvisa e deve chegar ao Brasil entre 2014 e 2015.
Autoexame não basta
Os tumores de mama são, muitas vezes, diagnosticados pela própria paciente durante o autoexame das mamas. Apesar disso, estudos têm, cada vez mais, questionado a eficiência do método, uma vez que ele costuma indicar apenas tumores já bastante desenvolvidos. Pesa também contra o autoexame o fato de que o tratamento adequado e ágil minimiza os impactos da doença. Para tanto, quanto mais cedo identificada a doença, melhor.
Relativamente raro entre mulheres abaixo dos 35 anos, a taxa de incidência de câncer de mama feminino aumenta rápida e progressivamente após essa idade. A recomendação do Ministério da Saúde é que o exame clínico anual seja feito a partir dos 40 anos. Já para as mulheres entre 50 e 69 anos, a recomendação inclui um exame mamográfico a cada dois anos.
Além da idade, outros fatores de risco são: histórico familiar, obesidade, sedentarismo, exposição excessiva a hormônios, não ter filhos ou engravidar pela primeira vez após os 35 anos, menstruar muito cedo ou parar de menstruar muito tarde, exposição à radiação na região do tórax ou das mamas, ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, entre outros.
Apesar da impossibilidade de prevenção total, a combinação de alguns hábitos saudáveis com os exames pode diminuir as chances de desenvolvimento da doença. Entre as medidas básicas para prevenir o câncer estão: não fumar, manter alimentação adequada, praticar regularmente exercícios físicos e cuidar do peso corporal.
De acordo com o estudo, os pacientes que fizeram uso do T-DM1 apresentaram melhor controle da doença, redução do tumor e ganho de qualidade de vida em relação aos pacientes que não fizeram o uso da droga.
Entretanto, a oncologista da Oncomed dra. Letícia Carvalho ressalta que, apesar dos índices altamente positivos, a droga chega como uma opção a mais no tratamento, e não como uma solução definitiva. "O T-DMI é uma arma a mais no combate ao câncer de mama avançado, mas, antes dele, temos inúmeras opções de tratamento, tanto para tumores iniciais quanto para casos mais avançados", afirma. "O T-DMI não é uma droga preventiva. A prevenção do câncer de mama e o diagnóstico precoce são os principais armamentos no combate à doença, que deve, no entanto, ser orientada pelo mastologista e oncologista", completa.
O medicamento passará por aprovação da Anvisa e deve chegar ao Brasil entre 2014 e 2015.
Autoexame não basta
Os tumores de mama são, muitas vezes, diagnosticados pela própria paciente durante o autoexame das mamas. Apesar disso, estudos têm, cada vez mais, questionado a eficiência do método, uma vez que ele costuma indicar apenas tumores já bastante desenvolvidos. Pesa também contra o autoexame o fato de que o tratamento adequado e ágil minimiza os impactos da doença. Para tanto, quanto mais cedo identificada a doença, melhor.
Relativamente raro entre mulheres abaixo dos 35 anos, a taxa de incidência de câncer de mama feminino aumenta rápida e progressivamente após essa idade. A recomendação do Ministério da Saúde é que o exame clínico anual seja feito a partir dos 40 anos. Já para as mulheres entre 50 e 69 anos, a recomendação inclui um exame mamográfico a cada dois anos.
Além da idade, outros fatores de risco são: histórico familiar, obesidade, sedentarismo, exposição excessiva a hormônios, não ter filhos ou engravidar pela primeira vez após os 35 anos, menstruar muito cedo ou parar de menstruar muito tarde, exposição à radiação na região do tórax ou das mamas, ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, entre outros.
Apesar da impossibilidade de prevenção total, a combinação de alguns hábitos saudáveis com os exames pode diminuir as chances de desenvolvimento da doença. Entre as medidas básicas para prevenir o câncer estão: não fumar, manter alimentação adequada, praticar regularmente exercícios físicos e cuidar do peso corporal.
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Vânia Mara
às
17:32
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