RECEITINHA DE BAIÃO DE DOIS
Ingredientes:
1/2 kg feijão de corda
200 g de toucinho defumado
1 paio (cortado em rodelas)
1 cebola grande picada ou ralada
1 dente de alho amassado
1 pimenta de cheiro amarela
4 colheres (sopa) de óleo
1 xícara de coentro picado
2 e 1/2 xícaras (chá) de arroz
150 g de queijo de coalho (cortado em fatias finas)
Modo de preparar:
Lave o feijão e deixe o feijão de molho de véspera.
No dia seguinte, cozinhe-o juntamente com o paio em dois e meio litros de água fria.
Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 1 hora.
Em outra panela, doure a cebola e o alho, no óleo.
junte o coentro e o arroz e refogue bem até ficar brilhante e um pouco transparente.
Acrescente o feijão e o paio já cozidos, juntamente com o caldo.
Tampe a panela e deixe cozinhar até que o arroz fique cozido, úmido e com consistência cremosa.
Durante o cozimento do arroz, se necessário adicione água, tomando o cuidado para não deixar a mistura ficar seca.
junte o coentro e mexa com cuidado.
Cubra o arroz com as fatias de queijo.
Tampe a panela novamente e deixe que o vapor derreta o queijo.
Sirva, de preferência, em uma travessa de barro.
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
RECEITINHA DO DIA...
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Vânia Mara
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CONEXÕES CEREBRAIS FRACAS EM CRIANÇAS AUTISTAS -
Estudo revela conexões cerebrais fracas em Autistas
Algumas crianças com autismo têm conexões cerebrais fracas nas regiões que relacionam o discurso com o sistema de recompensa emocional, revelou uma pesquisa nesta segunda-feira, abrindo caminho para novos tratamentos. O estudo publicado na revista "Actas" da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos (PNAS) sugere, pela primeira vez, que a razão pela qual as crianças com autismo mostram uma falta de sensibilidade à voz humana pode se vincular a circuitos defeituosos nos centros de recompensa do cérebro.
"Uma conexão cerebral fraca pode impedir as crianças com autismo de experimentar o discurso como algo agradável", disse Vinod Menon, um dos autores do estudo e professor de Psiquiatria e Ciência do Comportamento na Universidade de Stanford, Califórnia (oeste).
Os pesquisadores fizeram imagens cerebrais por ressonância magnética de 20 crianças com um tipo alto de autismo. Elas têm um coeficiente intelectual normal, podem falar e ler, mas mostram dificuldades na conversa e na compreensão de sinais emocionais.
Ao comparar as imagens com as de 19 crianças sem autismo, os cientistas descobriram que os cérebros dos menores com autismo mostravam baixas conexões com regiões do cérebro que liberam dopamina em resposta a recompensas. No lado esquerdo do cérebro, as crianças autistas mostraram conexões fracas com o núcleo accumbens e a área tegmental ventral. Já no lado direito, no córtex de voz seletiva, onde são Os pesquisadores também determinaram que uma conexão mais baixa supõe uma pior capacidade de comunicação.
"A voz humana é um som muito importante. Não apenas dá significado, mas proporciona informação emocional fundamental para uma criança", afirmou outro autor, Daniel Abrams, um pesquisador de Pós-Doutorado em Psiquiatria em Stanford.
"Somos os primeiros a mostrar que essa falta de sensibilidade pode ser resultado de problemas de sistemas de recompensa no cérebro", completou. Os resultados também sustentam a teoria de que as pessoas com autismo têm um déficit na motivação social que explica sua falta de atenção às vozes e às palavras, em vez de um déficit sensorial que lhes impede de ouvir palavras.
"É provável que as crianças com autismo não prestem atenção às vozes porque não são gratificantes, ou emocionalmente interessantes, o que afeta o desenvolvimento de sua linguagem e de suas habilidades de comunicação social", disse Menon.
"Descobrimos um circuito cerebral anormal que está por trás de um déficit básico no autismo. Nossas descobertas podem ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos para esse transtorno", acrescentou. Investigações adicionais também podem revelar se uma terapia chamada Treinamento de Resposta Essencial (PRT, do inglês "Pivotal Response Training"), que tenta motivar as crianças a usar a linguagem para a interação social, tem algum efeito no fortalecimento desses circuitos cerebrais.
O autismo, um transtorno do desenvolvimento cada vez mais diagnosticado, afeta uma em cada 88 pessoas nos Estados Unidos.detectados os sinais vocais e de tom, havia um conexão fraca com a amígdala cerebral, que processa os sinais emocionais. (Agência France Presse)
Algumas crianças com autismo têm conexões cerebrais fracas nas regiões que relacionam o discurso com o sistema de recompensa emocional, revelou uma pesquisa nesta segunda-feira, abrindo caminho para novos tratamentos. O estudo publicado na revista "Actas" da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos (PNAS) sugere, pela primeira vez, que a razão pela qual as crianças com autismo mostram uma falta de sensibilidade à voz humana pode se vincular a circuitos defeituosos nos centros de recompensa do cérebro.
"Uma conexão cerebral fraca pode impedir as crianças com autismo de experimentar o discurso como algo agradável", disse Vinod Menon, um dos autores do estudo e professor de Psiquiatria e Ciência do Comportamento na Universidade de Stanford, Califórnia (oeste).
Os pesquisadores fizeram imagens cerebrais por ressonância magnética de 20 crianças com um tipo alto de autismo. Elas têm um coeficiente intelectual normal, podem falar e ler, mas mostram dificuldades na conversa e na compreensão de sinais emocionais.
Ao comparar as imagens com as de 19 crianças sem autismo, os cientistas descobriram que os cérebros dos menores com autismo mostravam baixas conexões com regiões do cérebro que liberam dopamina em resposta a recompensas. No lado esquerdo do cérebro, as crianças autistas mostraram conexões fracas com o núcleo accumbens e a área tegmental ventral. Já no lado direito, no córtex de voz seletiva, onde são Os pesquisadores também determinaram que uma conexão mais baixa supõe uma pior capacidade de comunicação.
"A voz humana é um som muito importante. Não apenas dá significado, mas proporciona informação emocional fundamental para uma criança", afirmou outro autor, Daniel Abrams, um pesquisador de Pós-Doutorado em Psiquiatria em Stanford.
"Somos os primeiros a mostrar que essa falta de sensibilidade pode ser resultado de problemas de sistemas de recompensa no cérebro", completou. Os resultados também sustentam a teoria de que as pessoas com autismo têm um déficit na motivação social que explica sua falta de atenção às vozes e às palavras, em vez de um déficit sensorial que lhes impede de ouvir palavras.
"É provável que as crianças com autismo não prestem atenção às vozes porque não são gratificantes, ou emocionalmente interessantes, o que afeta o desenvolvimento de sua linguagem e de suas habilidades de comunicação social", disse Menon.
"Descobrimos um circuito cerebral anormal que está por trás de um déficit básico no autismo. Nossas descobertas podem ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos para esse transtorno", acrescentou. Investigações adicionais também podem revelar se uma terapia chamada Treinamento de Resposta Essencial (PRT, do inglês "Pivotal Response Training"), que tenta motivar as crianças a usar a linguagem para a interação social, tem algum efeito no fortalecimento desses circuitos cerebrais.
O autismo, um transtorno do desenvolvimento cada vez mais diagnosticado, afeta uma em cada 88 pessoas nos Estados Unidos.detectados os sinais vocais e de tom, havia um conexão fraca com a amígdala cerebral, que processa os sinais emocionais. (Agência France Presse)
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LEGASTENIA -
Legastenia - O que é?
Por que algumas pessoas têm dificuldade de leitura e escrita?
Atualmente várias pesquisas têm sido feitas na área de distúrbios de aprendizagem. Há algumas décadas, pouco se sabia sobre essas dificuldades e crianças passavam anos com problemas na escola e se tornavam adultos com dificuldades na vida profissional. Atualmente já possível se fazer diagnósticos precoces na área de aprendizagem e trabalhar de maneira preventiva com diversos recursos nos processos de avaliação, diagnóstico e reabilitação.
O que é legastenia?
Legastenia é a inabilidade do controle preciso dos movimentos oculares, ou seja, um distúrbio que envolve o controle do direcionamento do olhar que chega a prejudicar o desempenho nas tarefas de leitura e escrita. É considerado por muitos pesquisadores como sinônimo de dislexia e faz com que crianças afetadas troquem letras ao ler e escrever e, por isso, tenham dificuldades de compreender frases inteiras.
O que são movimentos sacádicos?
Movimentos sacádicos são os deslocamentos que os olhos realizam, a cada segundo para a realização de uma tarefa onde seja necessária o controle ocular fino. Esses movimentos sacádicos ligam todas as fixações oculares entre si, possibilitando por exemplo, a leitura e a escrita. Os legastênicos movimentam seus olhos com a mesma velocidade que pessoas saudáveis, entretanto o controle fino da motricidade ocular que é realizado pelo lobo frontal pode, no caso dos portadores de legastenia, ser pouco preciso e desencadear “perdas” rápidas controle ocular. Algumas áreas do lobo frontal permitem que controlemos nossos movimentos oculares de forma voluntária e consciente e são essas mesmas áreas que liberam os movimentos anti-sacádicos (movimento contrário).
Como a legastenia interfere no processo de leitura?
Na leitura, precisamos direcionar o olhar de forma específica e controlada para que nossos olhos se desloquem corretamente pelo texto, correndo de palavra em palavra. Assim , quando esse controle do direcionamento do olhar não acompanha as crescentes exigências escolares, podem surgir certos distúrbios de aprendizagem, e quando corretamente diagnosticados podem ser compatíveis com a legastenia.
Como é feito o diagnóstico?
Para o diagnóstico é necessário um exame oftalmológico especializado em que seja examinado o processo visual e o direcionamento do olhar a partir da adequação dos movimentos dos olhos. Nesse caso, não basta avaliar a acuidade visual, ou seja, o bom funcionamento dos olhos. Faz-se necessário avaliar o movimento dos olhos em algumas tarefas específicas.
Existe tratamento para a legastenia ?
Alguns pesquisadores estão desenvolvendo métodos que ajudam os legastênicos a aprender a ler. Esses métodos consistem em programas de computador que apresentam letras, segmentos de palavras e palavras completas de forma a incentivar o correto movimento ocular. O tempo de treinamento depende do nível de dificuldade de cada paciente, entretanto ainda não existe um consenso sobre a eficácia dos métodos para este treinamento.
Como fazer a prevenção?
Uma visita ao oftalmologista é indicada para crianças em fase de alfabetização, não só para avaliar a acuidade visual, mas o processamento visual. Para isso, é necessário consultar um oftalmologista especializado nesse tipo de diagnóstico. Em casos de crianças com problemas escolares, esse seria o primeiro passo. O diagnóstico é o único caminho para se fazer uma intervenção adequada, ou seja, indicar o tipo de tratamento. Isso pode impedir que a criança ou o adulto sejam considerados com pouco recurso intelectual ou até mesmo com deficiência mental, muitas vezes, ele apenas sofre de problema de percepção visual e precisa de apoio para controlar o direcionamento de seu olhar. (Fonte: Errar num piscar de olhos/Mente e Cérebro – vol.158)
Por que algumas pessoas têm dificuldade de leitura e escrita?
Atualmente várias pesquisas têm sido feitas na área de distúrbios de aprendizagem. Há algumas décadas, pouco se sabia sobre essas dificuldades e crianças passavam anos com problemas na escola e se tornavam adultos com dificuldades na vida profissional. Atualmente já possível se fazer diagnósticos precoces na área de aprendizagem e trabalhar de maneira preventiva com diversos recursos nos processos de avaliação, diagnóstico e reabilitação.
O que é legastenia?
Legastenia é a inabilidade do controle preciso dos movimentos oculares, ou seja, um distúrbio que envolve o controle do direcionamento do olhar que chega a prejudicar o desempenho nas tarefas de leitura e escrita. É considerado por muitos pesquisadores como sinônimo de dislexia e faz com que crianças afetadas troquem letras ao ler e escrever e, por isso, tenham dificuldades de compreender frases inteiras.
O que são movimentos sacádicos?
Movimentos sacádicos são os deslocamentos que os olhos realizam, a cada segundo para a realização de uma tarefa onde seja necessária o controle ocular fino. Esses movimentos sacádicos ligam todas as fixações oculares entre si, possibilitando por exemplo, a leitura e a escrita. Os legastênicos movimentam seus olhos com a mesma velocidade que pessoas saudáveis, entretanto o controle fino da motricidade ocular que é realizado pelo lobo frontal pode, no caso dos portadores de legastenia, ser pouco preciso e desencadear “perdas” rápidas controle ocular. Algumas áreas do lobo frontal permitem que controlemos nossos movimentos oculares de forma voluntária e consciente e são essas mesmas áreas que liberam os movimentos anti-sacádicos (movimento contrário).
Como a legastenia interfere no processo de leitura?
Na leitura, precisamos direcionar o olhar de forma específica e controlada para que nossos olhos se desloquem corretamente pelo texto, correndo de palavra em palavra. Assim , quando esse controle do direcionamento do olhar não acompanha as crescentes exigências escolares, podem surgir certos distúrbios de aprendizagem, e quando corretamente diagnosticados podem ser compatíveis com a legastenia.
Como é feito o diagnóstico?
Para o diagnóstico é necessário um exame oftalmológico especializado em que seja examinado o processo visual e o direcionamento do olhar a partir da adequação dos movimentos dos olhos. Nesse caso, não basta avaliar a acuidade visual, ou seja, o bom funcionamento dos olhos. Faz-se necessário avaliar o movimento dos olhos em algumas tarefas específicas.
Existe tratamento para a legastenia ?
Alguns pesquisadores estão desenvolvendo métodos que ajudam os legastênicos a aprender a ler. Esses métodos consistem em programas de computador que apresentam letras, segmentos de palavras e palavras completas de forma a incentivar o correto movimento ocular. O tempo de treinamento depende do nível de dificuldade de cada paciente, entretanto ainda não existe um consenso sobre a eficácia dos métodos para este treinamento.
Como fazer a prevenção?
Uma visita ao oftalmologista é indicada para crianças em fase de alfabetização, não só para avaliar a acuidade visual, mas o processamento visual. Para isso, é necessário consultar um oftalmologista especializado nesse tipo de diagnóstico. Em casos de crianças com problemas escolares, esse seria o primeiro passo. O diagnóstico é o único caminho para se fazer uma intervenção adequada, ou seja, indicar o tipo de tratamento. Isso pode impedir que a criança ou o adulto sejam considerados com pouco recurso intelectual ou até mesmo com deficiência mental, muitas vezes, ele apenas sofre de problema de percepção visual e precisa de apoio para controlar o direcionamento de seu olhar. (Fonte: Errar num piscar de olhos/Mente e Cérebro – vol.158)
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
RECEITINHA DO DIA -
RECEITINHA DE ESCONDIDINHO DE BACALHAU COM PURÊ DE BATATAS -
Ingredientes:
300 g de batata inglesa
250 g de bacalhau dessalgado, desfiado e cozido
1 colher de cebola picada
1 dente grande de alho picado
2 colheres (sopa) de azeite extra virgem
½ colher de sopa de manteiga
1 xícara (de café) de leite
2 colheres de queijo ralado
Sal e pimenta do reino (a gosto)
Modo de preparo:
Cozinhar as batatas já descascadas em água e sal por aproximadamente 15 minutos. Espremer as batatas em uma panela com manteiga, leite e sal e misturar até ficar homogêneo. Em outra panela, refogar o alho e cebola com azeite e, depois de dourar os ingredientes, incluir o bacalhau e mexer por dois minutos em fogo baixo.
Montagem do prato:
Cobrir com purê de batata a travessa e incluir por cima o bacalhau. Após, cobrir novamente com as batatas e polvilhar com queijo ralado e lascas de bacalhau a gosto. Leve ao forno por aproximadamente 10 minutos em fogo baixo ou até dourar. Sirva quente.
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Vânia Mara
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AUTISMO: SINTOMAS EM ADULTOS
Escritórios mídia de notícias, dos pediatras, e livros para pais estão todos cheios de informações sobre o autismo em crianças, entretanto, pode ser um desafio para identificar autismo adulto. Nas últimas décadas o autismo recebeu muito menos atenção das comunidades médicas e educação do que hoje. Isto significa que há milhares prováveis de adultos que vivem com autismo não diagnosticado. Aprender sobre os sintomas do autismo adulto pode ajudar estas pessoas a encontrar opções de tratamento.
AUTISMO: Sintomas em Adultos
De acordo com o Center for Disease Control and Prevention, diagnosticar o autismo em adultos pode apresentar um desafio significativo. Os adultos não podem ter um histórico médico completo e de desenvolvimento para os seus primeiros anos de vida, e eles podem ter estabelecido como lidar com comportamentos que podem mascarar a doença.
Se você está querendo saber se você ou outro adulto que você conhece pode estar no espectro do autismo, pode ajudar dando uma olhada em alguns dos sintomas comuns desta doença em adultos. Tenha em mente que ter um ou dois desses sintomas não indica autismo. Se um adulto tem vários sintomas, pode haver motivo para preocupação.
De acordo com a WebMD, os seguintes sintomas podem indicar que uma pessoa tem um transtorno do espectro do autismo.
Poucas amizades ou relacionamentos:
Formação de relacionamentos próximos podem ser um desafio para os adultos no espectro do autismo. Comportamentos idiossincráticos e limitações de linguagem podem afetar gravemente a capacidade desses indivíduos para formar amizades. Além disso, limitada perspectiva de tomada de habilidades e de dificuldade de ouvir os outros pode representar um desafio nos relacionamentos.
Da mesma forma, os relacionamentos românticos pode ser extremamente difícil para os indivíduos com autismo. Além dos desafios que vêm com as amizades regulares, existem muitos sinais não-verbais associados com interações românticas.
Desafios da comunicação Não-Verbal:
Para muitos adultos com autismo, a comunicação não-verbal pode apresentar um desafio significativo. Esses indivíduos podem ter dificuldade em interpretar expressões faciais e gestos. Eles podem achar que é difícil estabelecer e manter contato com os olhos enquanto fala com os outros.
Os adultos com autismo podem sentir que eles estão sempre "em falta" alguma coisa ao interagir com outras pessoas. Se você achar que você costuma interpretar mal as outras pessoas, pode significar que você tem essa característica do autismo.
Transtorno de Processamento Sensorial:
Muitas pessoas com autismo experiência extrema sobre ou sub-sensibilidade a estímulos, conhecida como transtorno do processamento sensorial ou disfunção de integração sensorial. De acordo com Psychology Today, este distúrbio do processamento sensorial pode apresentar um grande desafio social para adultos autistas. Conhecer novas pessoas traz informação sensorial nova, incluindo cheiros, sons, visões, e outros tipos de entrada. Isso pode levar os adultos autistas para evitar novas interações sociais.
Se você achar que você não pode suportar certas sensações ou constantemente almejar um tipo particular de estímulos sensoriais, você pode ter esse transtorno. Se os desafios sensoriais interferir com sua capacidade de interagir socialmente e também corresponder com outros sintomas de autismo adulto, você pode estar no espectro.
Falta de empatia e perspectiva compartilhada:
Compreender de onde outras pessoas estão vindo pode ser um desafio para todos os adultos, mas para aqueles com autismo, que pode ser extremamente difícil. Muitos indivíduos com autismo luta para compreender as perspectivas dos outros, e isso pode levar a uma falta de empatia. Isso também torna difícil para os adultos autistas para compartilhar o interesse de outra pessoa em um tópico.
Os adultos com autismo pode notar que é difícil simpatizar com outras pessoas e que eles não entendem que os outros querem, sentir ou pensar. Além disso, este desafio perspectiva também pode apresentar um problema quando se trata de humor, e adultos autistas podem não perceber piadas. A falta de empatia e de perspectiva de partilha pode levar a muitos problemas sociais.
Problemas de Comunicação Verbal:
De acordo com a WebMD, até 40% das pessoas diagnosticadas com autismo nunca pode aprender a falar. Adultos que são completamente não-verbal pode estar no espectro do autismo, mas a comunicação verbal pode ainda representam um desafio para aqueles que podem falar em um nível apropriado para a idade.
Adultos autistas podem achar que é um desafio para fazer conhecer as suas necessidades para os outros ou para iniciar e manter uma conversa. Eles podem achar que as palavras querem dizer simplesmente desaparecem quando eles começam a falar. Processamento de pensamentos em linguagem falada pode ser muito desafiador.
A preocupação com determinados artigos ou Tópicos:
Uma característica do autismo é adulto interesses limitados. Muitos adultos autistas são extremamente bem informados sobre certos temas, como aviação, engenharia, origens das palavras, a história, e muitas outras áreas. Esta hiper-foco em uma determinada área de interesse pode ser extremamente agradável para o indivíduo, mas pode apresentar grandes desafios também.
Se você está muito interessado em um determinado tópico e discutir este assunto longamente com outras pessoas, isso pode ser uma indicação de autismo. O intenso interesse, juntamente com a perspectiva de tomada desafios, pode resultar em dificuldades sociais se outras pessoas não estão interessadas no tema.
Comportamentos repetitivos e estereotipados:
Para alguns indivíduos autistas, repetindo as mesmas palavras, frases ou comportamentos podem proporcionar grande conforto. O resultado destas rotinas em previsível e está sob o controlo do indivíduo. No entanto, estes comportamentos repetitivos não servem a uma função prática, social, ou comunicação.
Necessidade de rotina:
Para os indivíduos autistas de qualquer idade, há um monte de desconhecidos no mundo. Muitas habilidades sociais e de comunicação outros tomam para concedido são misteriosos para aqueles no espectro. Uma forma de proporcionar conforto e previsibilidade é confiar em rotinas.
Nos adultos autistas, essa necessidade de rotina pode assumir muitas formas:
Não gostam de viagens
Recusa de experimentar novos alimentos ou restaurantes
Seguindo o mesmo calendário todos os dias
Sentindo-se um grande desconforto quando você precisa desviar sua rotina
Dificuldade de alterar planos
Seguindo a mesma rota para ir de um lugar para outro
Habilidades Savant
De acordo com a WebMD, até 10 por cento dos indivíduos autistas apresentam algum tipo de habilidade savant. Isso significa que eles se destacam em uma determinada área, como matemática, história da música, ou. Adultos autistas podem ter memórias excepcionais, permitindo-lhes lembrar capítulos inteiros e livros de informações.
Problemas do sono e ansiedade:
WebMD também relata que cerca de 70% das pessoas autistas têm problemas com o sono. Isto pode ser devido a problemas sensoriais. Embora a insônia em si não é uma característica do autismo, isso é algo a ter em mente se você tem outros sintomas do autismo.
A ansiedade é um problema comum em adultos com autismo. Essa ansiedade pode se manifestar em uma variedade de maneiras, incluindo problemas de concentração, dificuldade em controlar o seu temperamento, a preocupação com um tema e depressão.
Obter Ajuda:
Tomados isoladamente, esses sintomas do autismo adultos não indicam um problema. Tal como acontece com muitas desordens, sintomas individuais são comuns na população em geral. No entanto, se você perceber que você ou alguém que você conhece exibe várias destas características, você deve consultar um profissional. Fale com seu médico regular sobre um encaminhamento para um especialista em autismo, ou consultar um psicólogo ou psiquiatra. Com o tratamento e atividades para adultos autistas, você será capaz de melhorar sua qualidade de vida significativamente.
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Vânia Mara
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