terça-feira, 17 de setembro de 2013

O SEGREDO DO AUTISMO -


AS ÚLTIMAS DESCOBERTAS SOBRE O AUTISMO, TRANSTORNO QUE ATINGE  MILHÕES DE PESSOAS.

SER AUTISTA É...

É ser portador de um transtorno do desenvolvimento que provoca alterações no comportamento, na interação social e no uso da imaginação. Crianças autistas podem passar horas observando um ventilador girar ou gastar longos minutos batendo os dedos em uma mesa. Também sãocapazes de saber tudo sobre temas inusitados e, apesar disso, guardar as informações para si. Nada mais compreensível, segundo a lógica autista. Afinal, eles têm uma imensa dificuldade em se relacionar com os outros e com o mundo. Em alguns momentos, inclusive, é como se nenhum dos dois existisse.

Esse distúrbio tão peculiar atinge milhões de pessoas. No cinema, filmes como Rain Man (Dustin Hoffman fazia um autista irmão do personagem vivido por Tom Cruise) ajuda a revelar um pouco do mundo dessas pessoas.

Mas é da ciência que surgem as melhores respostas. A síndrome foi oficialmente descrita pela medicina há apenas 63 anos e já se avançou muito nas pesquisas. Recentemente, especialistas reunidos no encontro da Associação Americana para o Avanço da Ciência, nos Estados Unidos, apresentaram uma revisão na maneira de avaliar os autistas. O médico Laurent Mottron, pesquisador do tema no hospital canadense Riviere-des-Prairies, defendeu a tese de que, apesar de seus problemas, os autistas são mais inteligentes e habilitados a desempenhar funções do cotidiano do que se imaginava até agora. “A ideia de que grande parte dos pacientes tem retardo mental é equivocada. Apenas alguns deles apresentam esse tipo de limitação. Portanto, os autistas devem ser vistos de outra forma”, esclarece o pesquisador. O cientista acredita que muito da visão turva até hoje preponderante se deve ao fato de que os portadores geralmente não eram submetidos a testes que pudessem avaliar corretamente sua capacidade de raciocínio.

A descoberta feita pelo canadense aponta para uma nova maneira de encarar e tratar as vítimas da síndrome, o que é uma ótima notícia. Os estudos, no entanto, ainda não deram respostas definitivas a uma questão importante: a causa do transtorno. Nessa direção, o que existe de novo é um trabalho divulgado em dezembro por cientistas da Universidade da Carolina do Norte (EUA). Eles mostraram que o tamanho do córtex cerebral (região do cérebro) de crianças autistas é maior do que o de jovens sem o transtorno. É justamente nessa área que se processam os pensamentos e agora se investiga como essa característica influi no surgimento dos sintomas.

Com essas novas descobertas já é possível aprimorar e aumentar as opções de tratamento. “Recorremos à psicoterapia para estimular as habilidades sociais do paciente, à ajuda de profissionais especializados para melhorar o controle motor e a remédios, quando necessário, para atenuar sintomas como a hiperatividade”, explica o psiquiatra infantil Fábio Barbirato, da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Com essas medidas, o que se busca é aumentar a autonomia do autista e proporcionar-lhe um desenvolvimento mais adequado, suficiente para criar as pontes que facilitarão sua convivência com o mundo.

E há motivos para otimismo. Além das descobertas do especialista canadense, a medicina já amealhou um sólido conhecimento das características mais importantes do transtorno. Entre elas estão sinais inconfundíveis, surgidos nos primeiros anos de idade, como agitação excessiva. “É comum também o aparecimento de movimentos repetitivos com as mãos ou com o corpo e a fixação do olhar em algum ponto”.

Sabe-se também que o distúrbio tem graus variáveis. Há os mais severos, nos quais muitos pacientes não falam e apresentam elevada agitação e agressividade. Existe ainda o autismo de alta funcionalidade. Nesses casos, os portadores aprendem a ler e têm boa capacidade intelectual, mas manifestam limitações motoras e de socialização. E há os autistas diagnosticados com a síndrome de Asperger. São indivíduos que possuem muita dificuldade na relação social, mas não apresentam atraso no desenvolvimento da cognição. Muitos até se destacam pela inteligência em áreas relacionadas à arte e às ciências exatas.


DICAS PARA QUANDO VOCÊ FOR COMPRAR SOMBRINHAS E GUARDA-CHUVAS -

1 - Com a chuva vem o vento.
Comprar sombrinhas e guarda-chuvas é uma necessidade, e por isso muitas pessoas acabam escolhendo logo o mais barato, no entanto esses também são os menos resistentes e na primeira ventania você perde seu investimento e se vê obrigada à comprar outro novo. Sem contar na chateação que é ficar sem o seu guarda-chuva ou sombrinha justo quando mais precisa. Por isso lembre-se: Quando comprar uma sombrinha a primeira coisa a se levar em consideração é a qualidade.
Dica:  Nossa sugestão é que você opte por modelos longos e resistentes. Clique na imagem e veja nossos Modelos Longos
Sombrinhas.com | Comprar Sombrinhas e Guarda-Chuvas2 - Em que momento vou usar essa sombrinha?
Não adianta comprar um guarda-chuva lindo se ele é muito grande para levar na bolsa que você usa para ir ao trabalho, e nem comprar uma sobrinha super descolada se ela é chamativa demais para usar em um evento formal. A dica é: Na hora de comprar a sombrinha, ou comprar o guarda-chuva, se pergunte se a sua escolha é a mais apropriada para a situação que você está planejando usá-los.

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3 - A sombrinha faz parte do seu look, então ela tem que combinar com a sua roupa.

Imagine-se chegando em uma festa quando começa a chover, você imediatamente abre o seu guarda-chuva para evitar que a água estrague o seu cabelo ou te deixe molhada a festa toda. Mas justo na hora de chegar, quando tá todo mundo olhando para você, apesar de um visual impecável, o seu guarda-chuva ou sombrinha não combinam com nada, estragando todo o seu look. Na hora de comprar seu guarda-chuva, ou comprar sua sombrinha, não esqueça: Escolha aquela que pode combinar com as suas roupas.
Dica: Uma boa opção são os modelos bem variados e bonitos.

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4 - Mantenha seu estilo faça chuva ou faça sol.
Existem diversas opções para você escolher na hora de comprar sua sombrinha ou o seu guarda-chuva, e o mais importante é escolher aquele que combina com o seu estilo. Não pense apenas na função prática da sombrinha e do guarda-chuva, pense também que sempre que você abrir uma sombrinha ou um guarda-chuva vai chamar a atenção e as pessoas vão querer ver o modelo e a estampa dela, então aproveite o momento para mostrar um pouco da sua personalidade e gosto pessoal. A dica é simples: vai comprar sombrinhas, escolha a que combina com você.
Dica: Você quer usar uma sombrinha diferente dê uma olhada nos modelos de 16 Varetas.

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5 - Seja precavido(a) pelos outros também.
A maioria das pessoas passam aperto quando começa a chover. E é aperto de verdade, porque ás vezes duas ou três pessoas tentam se esconder dentro de um mesmo guarda-chuva ou sombrinha. Por isso lembre-se da última chuva que você enfrentou – Quem foi que dividiu o guarda-chuva ou sombrinha com você? Pode ter sido seu namorado, marido, filhos, mãe ou pai não importa, quando for comprar sombrinhas ou guarda-chuvas pense seriamente na possibilidade de presentear quem costuma sair mais com você, assim além de surpreender com um presente bacana você ainda evita apertos.
Essas foram as dicas para você acertar na hora de comprar sombrinhas ou comprar guarda-chuvas. Espero que vocês tenham gostado. Méritos para www.sombrinhas.com
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ARRUMAÇÃO DE GAVETAS BAGUNÇADAS -

Passo a passo de como arrumar gavetas em desordem - 
Siga os passos abaixo para você organizar suas gavetas com eficiência.


1 – Jogue o lixo gora
Lugar de lixo é no lixo, e não na gaveta! Tendemos a guardar qualquer coisa sem avaliar se iremos precisar realmente, então pelo menos 30% dos objetos que estão na gaveta você nunca precisou e nunca vai precisar. Não se assuste ao encontrar objetos perdidos ou que você nunca imaginou que poderiam estar ali. Separe e jogue no lixo.

Jogue fora: pilhas descarregadas, papéis sem utilidade, cabos estragados, revistas, panfletos, canetas sem tinta, cartões de visita, etc.
Realizando este primeiro passo você verá uma mudança dramática na organização da sua gaveta.

2 – Espaços designados
Um dos princípios básicos de organização é ter um lugar para cada objeto. Cada objeto deve ter sua ‘casa’, seu espaço. Determine qual categoria de objetos cada gaveta deve guardar, e se possível use etiquetas identificadoras. Retire da gaveta tudo o que não pertence a ela e em seguida realoque os objetos nos seus devidos lugares. Nada deve ficar ‘sem teto’ e evite criar categorias como ‘Outros’ ou ‘Sem categoria’.
Faça a classificação de cada gaveta antes de colocar tudo de volta e prossiga para o próximo passo.

3 –  Organizadores de gavetas
Os organizadores de gavetas possuem divisores que são ideais para a organizar dentro da gaveta. Existem organizadores de gavetas de casa, do escritório, da cozinha, do armário, das bijuterias, jóias, etc. Encontre o organizador de gavetas ideal e você perceberá que será muito mais fácil encontrar o que você precisa dentro da gaveta. Os portas trecos são também uma ótima alternativa para os objetos muito pequenos, como pregos, tachinhas, etc .

4 – Manutenção
Agora você tem a gaveta dos seus sonhos! Coloque na sua lista de tarefas do mês, verificar como anda a organização das suas gavetas. Depois que você realizar todos estes passos, até as crianças entenderão a dinâmica de organização das gavetas.

Os benefícios de uma organização simples como essa proporcionam mais motivação para organizar outros ambientes. Anime-se!




ALGUMAS OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE AUTISMO -

VAMOS FALAR DA IDADE INFANTIL, ADOLESCÊNCIA E DA IDADE ADULTA - 

A noção de um espectro de perturbações autísticas é importante para a educação e cuidados das crianças com autismo ou outras perturbações globais do desenvolvimento.
A criança autista vive num mundo à parte, geralmente são incapazes de estabelecer relações pessoais normais, contudo, podem revelar uma ligação muito forte com os objetos.
Revelam ainda alterações ao nível da linguagem – padrões de fala inelegíveis e outras nem sequer falam, apresentam ainda dificuldades nas relações interpessoais; manifestam rituais – comportamentos estereotipados e repetitivos.
Podem ainda apresentar características como: inibição motora, mutismo, dificuldade em suportar mudanças de ambiente, recusa em procurar ou aceitar carinhos, gosto pela imitação de sons ou de movimentos, dificuldade em estabelecer amizades, entre outras…
O autismo é uma doença com um desenvolvimento gradual, assim: em bebês, os autistas não demonstram grande interesse pelo contato, não sorriem, não olham para os pais, podem apresentar problemas ao nível da alimentação, do choro e do sono.
O bebê com autismo apresenta determinadas características diferentes dos outros bebês da sua idade. Pode mostrar indiferença pelas pessoas e pelo ambiente, podendo ter medo de objetos.
Quando começa a gatinhar pode fazer movimentos repetitivos (bater palmas, rodar objetos, mover a cabeça de um lado para o outro). Ao brincar, não utiliza o jogo social nem o jogo de faz de conta. Ou seja, não interage com os outros, pode não dar resposta aos desafios ou às brincadeiras que lhe fazem. Não utiliza os brinquedos na sua função própria.
Aos 12 meses poderão demonstrar um interesse obsessivo por determinados objetos, revelam comportamentos estereotipados e repetitivos e até atrasos ao nível da locomoção.
Geralmente só a partir dos 24 meses é que se podem constatar dificuldades de comunicação – verbal e não verbal.
Depois dos 2 anos de idade a criança autista tem tendência a isolar-se, a utilizar padrões repetitivos de linguagem, a inverter os componentes das frases, a não brincar normalmente, etc…
Dos 2 aos 5 anos de idade o comportamento autista tende a tornar-se mais óbvio. A criança não fala ou ao falar, utiliza a ecolália ou inverte os pronomes.
Há crianças que falam corretamente mas não utilizam a linguagem na sua função comunicativa, continuando a mostrar problemas na interação social e nos interesses.
Regra geral, dos seis anos de idade até à adolescência os sintomas mais perturbadores podem diminuir, contudo o problema não desaparece totalmente.
Os adolescentes juntam às características do autismo os problemas da adolescência. Podem melhorar as relações sociais e o comportamento ou, pelo contrário, podem voltar a fazer birras, mostrar auto-agressividade ou agressividade para com as outras pessoas.
Os adultos com autismo tendem a ficar mais estáveis se são mais competentes. Pelo contrário, os menos competentes, com QI baixo, continuam a mostrar características de autismo e não conseguem viver com independência.
No estado adulto, o autista não se consegue integrar na vida normal achando que o mundo é uma ameaça para si – fechando-se no seu mundo, pois sente maior segurança. Por vezes, neste período, o autista pode regredir e até voltar a manifestar comportamentos infantis.
As pessoas idosas com autismo têm os problemas de saúde das pessoas idosas acrescidos das dificuldades de os comunicarem. Os problemas de comportamento podem por isso sofrer um agravamento. Além disso, perdem muitas vezes o gosto pelo exercício físico e têm menor motivação para praticar esportes, o que não contribui para melhorar a sua qualidade de vida. Por outro lado, o seu comportamento pode tender a estabilizar-se com a idade.
O tratamento para o autismo não existe, centra-se apenas em tentar desenvolver na criança/jovem aptidões e competências ao nível da linguagem e ao nível social. Podem contudo, utilizar-se psicofármacos em situações de agressividade, autodestruição ou convulsões.



sábado, 14 de setembro de 2013

RECEITINHA ROMÂNTICA rs rrrsssss...

CESTINHAS COM RECHEIO DE LEGUMES

INGREDIENTES:
Massa de pastel
1 rolo de massa para pastéis
Óleo para untar
Forminhas de empada

RECHEIO
1 cebola pequena picada
1 dente de alho picado
1 abobrinha pequena
½ xícara (chá) de vagem picada cozida
1 cenoura média cozida
1 batata média cozida
Sal e pimenta e cheiro verde a gosto
2 colheres de requeijão cremoso
2 xícaras (chá) de mandioquinhas cozidas e amassadas

MODO DE PREPARO
MASSA: Corte a massa com cortadores redondos ou copo. Unte as formas com um pouco de óleo e acomode os círculos de massa, deixando as bordas onduladas.
Leve ao forno pré-aquecido até dourar levemente. Retire do forno, desenforme e espere esfriar.
RECHEIO: No óleo, frite a cebola e o alho, junte a abobrinha ralada e a vagem picada e refogue acrescentando a cenoura e a batata cortada em cubos pequenos. Tempere com sal e misture o requeijão. Por ultimo, misture o purê de mandioquinha e recheie as cestinhas de massa de pastel.


* Foto mérito da linda Aline Wega.