Receita de Pasta de Alho para Churrasco
Ingredientes:
10 pães francês em rodelas
2 ovos
300 ml óleo
2 colheres de sopa de maionese
3 dentes de alho
1 limão (suco)
orégano
sal a gosto
Modo de preparar a pasta:
Coloque os ovos no liquidificador e adicione o óleo com ele ligado (ele vai ficando em forma de creme)
Adicione a maionese, alho, sal, orégano e o suco do limão
Quando tiver firme pare de bater e despeje em uma vasilha
Corte o pão em rodelas e passe o creme e leve ao forno ou churrasqueira. Fica tudo de bommmm!!!
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
RECEITINHA PARA INCREMENTAR O SEU CHURRASCO -
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Vânia Mara
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16:51
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NOVO ANO...NOVO TEMPO, VIDA NOVA!!!
2013 se foi e com ele se foram as coisas não boas, os acontecimentos tristes e decepcionantes.
Se você não foi feliz, se tudo aquilo que vc esperava acontecer deixou a desejar...não se desespere, nada de depressão ou lágrimas. Teremos mais de 350 dias pela frente e tudo pode acontecer...basta confiar e acreditar!
Nada de pressa, deixe o desânimo de lado, as mágoas para trás e bola pra frente...comece o novo ano mudando o visual, cortando os cabelos, mudando a cor...arrume a casa, as gavetas, dê um banho no seu animalzinho de estimação, compre uma planta, coma um grande e gostoso chocolate...ande a pé, compre uma bicicleta e deixe de ver novelas e ficar se lamentando de pijamas o dia todo na cama.
Se vc não sabe cozinhar, aqui vai uma dica: a culinária é ótima para se manter ocupada, motivo para reunir os amigos e os familiares. Além de relaxar, descontrair e também desintoxicar a mente e alimentar o coração com boas e novas idéias!
Aprenda a fazer artesanato...é impossível que vc não tenha nenhum talento né? rs rrrssssss...atividades manuais ocupa a mente e clareia a mente, renova as energias e nos torna mais criativos, espertos e ativos. Matricule-se em um curso que tal?
Se vc está solteira é hora de se valorizar mais, sair e se divertir. Vá dançar, beber, rir, papear sem compromisso de repente...quem sabe?
O ano só será diferente e mudará algo nele se vc mudar. Não fique de braços cruzados vendo o tempo passar, vc envelhecendo, os cabelos branqueando e vc, sem fazer absolutamente nada para mudar tudo isso. Não existe receita pra ser feliz, não existe fórmulas milagrosas para sua vida mudar da "água para o vinho". Durma bem, acorde firme e forte, cheia de coragem...suba no salto, baton nos lábios e um sorrisão no rosto. Seja espontânea, gentil, cumprimente as pessoas, faça trabalho voluntário...faça caminhada, dieta, toque violão, compre um pássaro...leia um bom livro, plante uma árvore...vá pescar! Não sabe?
Isso...a hora é essa: aprenda!!!
Força na peruca minhas amigas lindas!!!
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Vânia Mara
às
16:42
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RECEITINHA DO DIA...
RECEITINHA DE BAIÃO DE DOIS
Ingredientes:
1/2 kg feijão de corda
200 g de toucinho defumado
1 paio (cortado em rodelas)
1 cebola grande picada ou ralada
1 dente de alho amassado
1 pimenta de cheiro amarela
4 colheres (sopa) de óleo
1 xícara de coentro picado
2 e 1/2 xícaras (chá) de arroz
150 g de queijo de coalho (cortado em fatias finas)
Modo de preparar:
Lave o feijão e deixe o feijão de molho de véspera.
No dia seguinte, cozinhe-o juntamente com o paio em dois e meio litros de água fria.
Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 1 hora.
Em outra panela, doure a cebola e o alho, no óleo.
junte o coentro e o arroz e refogue bem até ficar brilhante e um pouco transparente.
Acrescente o feijão e o paio já cozidos, juntamente com o caldo.
Tampe a panela e deixe cozinhar até que o arroz fique cozido, úmido e com consistência cremosa.
Durante o cozimento do arroz, se necessário adicione água, tomando o cuidado para não deixar a mistura ficar seca.
junte o coentro e mexa com cuidado.
Cubra o arroz com as fatias de queijo.
Tampe a panela novamente e deixe que o vapor derreta o queijo.
Sirva, de preferência, em uma travessa de barro.
Ingredientes:
1/2 kg feijão de corda
200 g de toucinho defumado
1 paio (cortado em rodelas)
1 cebola grande picada ou ralada
1 dente de alho amassado
1 pimenta de cheiro amarela
4 colheres (sopa) de óleo
1 xícara de coentro picado
2 e 1/2 xícaras (chá) de arroz
150 g de queijo de coalho (cortado em fatias finas)
Modo de preparar:
Lave o feijão e deixe o feijão de molho de véspera.
No dia seguinte, cozinhe-o juntamente com o paio em dois e meio litros de água fria.
Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por cerca de 1 hora.
Em outra panela, doure a cebola e o alho, no óleo.
junte o coentro e o arroz e refogue bem até ficar brilhante e um pouco transparente.
Acrescente o feijão e o paio já cozidos, juntamente com o caldo.
Tampe a panela e deixe cozinhar até que o arroz fique cozido, úmido e com consistência cremosa.
Durante o cozimento do arroz, se necessário adicione água, tomando o cuidado para não deixar a mistura ficar seca.
junte o coentro e mexa com cuidado.
Cubra o arroz com as fatias de queijo.
Tampe a panela novamente e deixe que o vapor derreta o queijo.
Sirva, de preferência, em uma travessa de barro.
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Vânia Mara
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CONEXÕES CEREBRAIS FRACAS EM CRIANÇAS AUTISTAS -
Estudo revela conexões cerebrais fracas em Autistas
Algumas crianças com autismo têm conexões cerebrais fracas nas regiões que relacionam o discurso com o sistema de recompensa emocional, revelou uma pesquisa nesta segunda-feira, abrindo caminho para novos tratamentos. O estudo publicado na revista "Actas" da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos (PNAS) sugere, pela primeira vez, que a razão pela qual as crianças com autismo mostram uma falta de sensibilidade à voz humana pode se vincular a circuitos defeituosos nos centros de recompensa do cérebro.
"Uma conexão cerebral fraca pode impedir as crianças com autismo de experimentar o discurso como algo agradável", disse Vinod Menon, um dos autores do estudo e professor de Psiquiatria e Ciência do Comportamento na Universidade de Stanford, Califórnia (oeste).
Os pesquisadores fizeram imagens cerebrais por ressonância magnética de 20 crianças com um tipo alto de autismo. Elas têm um coeficiente intelectual normal, podem falar e ler, mas mostram dificuldades na conversa e na compreensão de sinais emocionais.
Ao comparar as imagens com as de 19 crianças sem autismo, os cientistas descobriram que os cérebros dos menores com autismo mostravam baixas conexões com regiões do cérebro que liberam dopamina em resposta a recompensas. No lado esquerdo do cérebro, as crianças autistas mostraram conexões fracas com o núcleo accumbens e a área tegmental ventral. Já no lado direito, no córtex de voz seletiva, onde são Os pesquisadores também determinaram que uma conexão mais baixa supõe uma pior capacidade de comunicação.
"A voz humana é um som muito importante. Não apenas dá significado, mas proporciona informação emocional fundamental para uma criança", afirmou outro autor, Daniel Abrams, um pesquisador de Pós-Doutorado em Psiquiatria em Stanford.
"Somos os primeiros a mostrar que essa falta de sensibilidade pode ser resultado de problemas de sistemas de recompensa no cérebro", completou. Os resultados também sustentam a teoria de que as pessoas com autismo têm um déficit na motivação social que explica sua falta de atenção às vozes e às palavras, em vez de um déficit sensorial que lhes impede de ouvir palavras.
"É provável que as crianças com autismo não prestem atenção às vozes porque não são gratificantes, ou emocionalmente interessantes, o que afeta o desenvolvimento de sua linguagem e de suas habilidades de comunicação social", disse Menon.
"Descobrimos um circuito cerebral anormal que está por trás de um déficit básico no autismo. Nossas descobertas podem ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos para esse transtorno", acrescentou. Investigações adicionais também podem revelar se uma terapia chamada Treinamento de Resposta Essencial (PRT, do inglês "Pivotal Response Training"), que tenta motivar as crianças a usar a linguagem para a interação social, tem algum efeito no fortalecimento desses circuitos cerebrais.
O autismo, um transtorno do desenvolvimento cada vez mais diagnosticado, afeta uma em cada 88 pessoas nos Estados Unidos.detectados os sinais vocais e de tom, havia um conexão fraca com a amígdala cerebral, que processa os sinais emocionais. (Agência France Presse)
Algumas crianças com autismo têm conexões cerebrais fracas nas regiões que relacionam o discurso com o sistema de recompensa emocional, revelou uma pesquisa nesta segunda-feira, abrindo caminho para novos tratamentos. O estudo publicado na revista "Actas" da Academia Nacional de Ciência dos Estados Unidos (PNAS) sugere, pela primeira vez, que a razão pela qual as crianças com autismo mostram uma falta de sensibilidade à voz humana pode se vincular a circuitos defeituosos nos centros de recompensa do cérebro.
"Uma conexão cerebral fraca pode impedir as crianças com autismo de experimentar o discurso como algo agradável", disse Vinod Menon, um dos autores do estudo e professor de Psiquiatria e Ciência do Comportamento na Universidade de Stanford, Califórnia (oeste).
Os pesquisadores fizeram imagens cerebrais por ressonância magnética de 20 crianças com um tipo alto de autismo. Elas têm um coeficiente intelectual normal, podem falar e ler, mas mostram dificuldades na conversa e na compreensão de sinais emocionais.
Ao comparar as imagens com as de 19 crianças sem autismo, os cientistas descobriram que os cérebros dos menores com autismo mostravam baixas conexões com regiões do cérebro que liberam dopamina em resposta a recompensas. No lado esquerdo do cérebro, as crianças autistas mostraram conexões fracas com o núcleo accumbens e a área tegmental ventral. Já no lado direito, no córtex de voz seletiva, onde são Os pesquisadores também determinaram que uma conexão mais baixa supõe uma pior capacidade de comunicação.
"A voz humana é um som muito importante. Não apenas dá significado, mas proporciona informação emocional fundamental para uma criança", afirmou outro autor, Daniel Abrams, um pesquisador de Pós-Doutorado em Psiquiatria em Stanford.
"Somos os primeiros a mostrar que essa falta de sensibilidade pode ser resultado de problemas de sistemas de recompensa no cérebro", completou. Os resultados também sustentam a teoria de que as pessoas com autismo têm um déficit na motivação social que explica sua falta de atenção às vozes e às palavras, em vez de um déficit sensorial que lhes impede de ouvir palavras.
"É provável que as crianças com autismo não prestem atenção às vozes porque não são gratificantes, ou emocionalmente interessantes, o que afeta o desenvolvimento de sua linguagem e de suas habilidades de comunicação social", disse Menon.
"Descobrimos um circuito cerebral anormal que está por trás de um déficit básico no autismo. Nossas descobertas podem ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos para esse transtorno", acrescentou. Investigações adicionais também podem revelar se uma terapia chamada Treinamento de Resposta Essencial (PRT, do inglês "Pivotal Response Training"), que tenta motivar as crianças a usar a linguagem para a interação social, tem algum efeito no fortalecimento desses circuitos cerebrais.
O autismo, um transtorno do desenvolvimento cada vez mais diagnosticado, afeta uma em cada 88 pessoas nos Estados Unidos.detectados os sinais vocais e de tom, havia um conexão fraca com a amígdala cerebral, que processa os sinais emocionais. (Agência France Presse)
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Vânia Mara
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LEGASTENIA -
Legastenia - O que é?
Por que algumas pessoas têm dificuldade de leitura e escrita?
Atualmente várias pesquisas têm sido feitas na área de distúrbios de aprendizagem. Há algumas décadas, pouco se sabia sobre essas dificuldades e crianças passavam anos com problemas na escola e se tornavam adultos com dificuldades na vida profissional. Atualmente já possível se fazer diagnósticos precoces na área de aprendizagem e trabalhar de maneira preventiva com diversos recursos nos processos de avaliação, diagnóstico e reabilitação.
O que é legastenia?
Legastenia é a inabilidade do controle preciso dos movimentos oculares, ou seja, um distúrbio que envolve o controle do direcionamento do olhar que chega a prejudicar o desempenho nas tarefas de leitura e escrita. É considerado por muitos pesquisadores como sinônimo de dislexia e faz com que crianças afetadas troquem letras ao ler e escrever e, por isso, tenham dificuldades de compreender frases inteiras.
O que são movimentos sacádicos?
Movimentos sacádicos são os deslocamentos que os olhos realizam, a cada segundo para a realização de uma tarefa onde seja necessária o controle ocular fino. Esses movimentos sacádicos ligam todas as fixações oculares entre si, possibilitando por exemplo, a leitura e a escrita. Os legastênicos movimentam seus olhos com a mesma velocidade que pessoas saudáveis, entretanto o controle fino da motricidade ocular que é realizado pelo lobo frontal pode, no caso dos portadores de legastenia, ser pouco preciso e desencadear “perdas” rápidas controle ocular. Algumas áreas do lobo frontal permitem que controlemos nossos movimentos oculares de forma voluntária e consciente e são essas mesmas áreas que liberam os movimentos anti-sacádicos (movimento contrário).
Como a legastenia interfere no processo de leitura?
Na leitura, precisamos direcionar o olhar de forma específica e controlada para que nossos olhos se desloquem corretamente pelo texto, correndo de palavra em palavra. Assim , quando esse controle do direcionamento do olhar não acompanha as crescentes exigências escolares, podem surgir certos distúrbios de aprendizagem, e quando corretamente diagnosticados podem ser compatíveis com a legastenia.
Como é feito o diagnóstico?
Para o diagnóstico é necessário um exame oftalmológico especializado em que seja examinado o processo visual e o direcionamento do olhar a partir da adequação dos movimentos dos olhos. Nesse caso, não basta avaliar a acuidade visual, ou seja, o bom funcionamento dos olhos. Faz-se necessário avaliar o movimento dos olhos em algumas tarefas específicas.
Existe tratamento para a legastenia ?
Alguns pesquisadores estão desenvolvendo métodos que ajudam os legastênicos a aprender a ler. Esses métodos consistem em programas de computador que apresentam letras, segmentos de palavras e palavras completas de forma a incentivar o correto movimento ocular. O tempo de treinamento depende do nível de dificuldade de cada paciente, entretanto ainda não existe um consenso sobre a eficácia dos métodos para este treinamento.
Como fazer a prevenção?
Uma visita ao oftalmologista é indicada para crianças em fase de alfabetização, não só para avaliar a acuidade visual, mas o processamento visual. Para isso, é necessário consultar um oftalmologista especializado nesse tipo de diagnóstico. Em casos de crianças com problemas escolares, esse seria o primeiro passo. O diagnóstico é o único caminho para se fazer uma intervenção adequada, ou seja, indicar o tipo de tratamento. Isso pode impedir que a criança ou o adulto sejam considerados com pouco recurso intelectual ou até mesmo com deficiência mental, muitas vezes, ele apenas sofre de problema de percepção visual e precisa de apoio para controlar o direcionamento de seu olhar. (Fonte: Errar num piscar de olhos/Mente e Cérebro – vol.158)
Por que algumas pessoas têm dificuldade de leitura e escrita?
Atualmente várias pesquisas têm sido feitas na área de distúrbios de aprendizagem. Há algumas décadas, pouco se sabia sobre essas dificuldades e crianças passavam anos com problemas na escola e se tornavam adultos com dificuldades na vida profissional. Atualmente já possível se fazer diagnósticos precoces na área de aprendizagem e trabalhar de maneira preventiva com diversos recursos nos processos de avaliação, diagnóstico e reabilitação.
O que é legastenia?
Legastenia é a inabilidade do controle preciso dos movimentos oculares, ou seja, um distúrbio que envolve o controle do direcionamento do olhar que chega a prejudicar o desempenho nas tarefas de leitura e escrita. É considerado por muitos pesquisadores como sinônimo de dislexia e faz com que crianças afetadas troquem letras ao ler e escrever e, por isso, tenham dificuldades de compreender frases inteiras.
O que são movimentos sacádicos?
Movimentos sacádicos são os deslocamentos que os olhos realizam, a cada segundo para a realização de uma tarefa onde seja necessária o controle ocular fino. Esses movimentos sacádicos ligam todas as fixações oculares entre si, possibilitando por exemplo, a leitura e a escrita. Os legastênicos movimentam seus olhos com a mesma velocidade que pessoas saudáveis, entretanto o controle fino da motricidade ocular que é realizado pelo lobo frontal pode, no caso dos portadores de legastenia, ser pouco preciso e desencadear “perdas” rápidas controle ocular. Algumas áreas do lobo frontal permitem que controlemos nossos movimentos oculares de forma voluntária e consciente e são essas mesmas áreas que liberam os movimentos anti-sacádicos (movimento contrário).
Como a legastenia interfere no processo de leitura?
Na leitura, precisamos direcionar o olhar de forma específica e controlada para que nossos olhos se desloquem corretamente pelo texto, correndo de palavra em palavra. Assim , quando esse controle do direcionamento do olhar não acompanha as crescentes exigências escolares, podem surgir certos distúrbios de aprendizagem, e quando corretamente diagnosticados podem ser compatíveis com a legastenia.
Como é feito o diagnóstico?
Para o diagnóstico é necessário um exame oftalmológico especializado em que seja examinado o processo visual e o direcionamento do olhar a partir da adequação dos movimentos dos olhos. Nesse caso, não basta avaliar a acuidade visual, ou seja, o bom funcionamento dos olhos. Faz-se necessário avaliar o movimento dos olhos em algumas tarefas específicas.
Existe tratamento para a legastenia ?
Alguns pesquisadores estão desenvolvendo métodos que ajudam os legastênicos a aprender a ler. Esses métodos consistem em programas de computador que apresentam letras, segmentos de palavras e palavras completas de forma a incentivar o correto movimento ocular. O tempo de treinamento depende do nível de dificuldade de cada paciente, entretanto ainda não existe um consenso sobre a eficácia dos métodos para este treinamento.
Como fazer a prevenção?
Uma visita ao oftalmologista é indicada para crianças em fase de alfabetização, não só para avaliar a acuidade visual, mas o processamento visual. Para isso, é necessário consultar um oftalmologista especializado nesse tipo de diagnóstico. Em casos de crianças com problemas escolares, esse seria o primeiro passo. O diagnóstico é o único caminho para se fazer uma intervenção adequada, ou seja, indicar o tipo de tratamento. Isso pode impedir que a criança ou o adulto sejam considerados com pouco recurso intelectual ou até mesmo com deficiência mental, muitas vezes, ele apenas sofre de problema de percepção visual e precisa de apoio para controlar o direcionamento de seu olhar. (Fonte: Errar num piscar de olhos/Mente e Cérebro – vol.158)
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Vânia Mara
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