quarta-feira, 2 de outubro de 2013

CASPA - VAMOS FALAR SOBRE ESSA VILÃ

Saiba como acabar com a caspa - 
Coceira, irritação no couro cabeludo, fios que parecem sujos e malcuidados... Quem sofre com a caspa vive atrás de uma solução definitiva para esse problema. Mas, como ainda não tem cura, é preciso controlá-lo. Que tal você evitar o mal pela raiz e usar roupa preta sem medo ter os ombros cobertos de pontinhos brancos?

Perguntas e respostas mais frequentes

O que é caspa?
"Caspa é o processo de descamação da pele do couro cabeludo. Também conhecida pelo nome de dermatite seborreica, ela pode ser leve, média ou grave".

1. Por que só algumas pessoas têm caspa?
"A caspa é influenciada por causas genéticas e alterações hormonais que aumentam a oleosidade do couro cabeludo".
2. O que piora a caspa?
Estresse, variações de temperatura - como o ar frio e seco -, má higiene do couro cabeludo e uma alimentação rica em gorduras ou em carboidratos refinados (como arroz, macarrão e pão brancos).

3. Lavar o cabelo todo dia piora o problema?
Não. Aliás, o ideal é lavar o cabelo todos os dias, ainda mais se houver oleosidade excessiva ou o couro cabeludo tiver um quadro inflamatório.

4. As químicas no cabelo agravam o quadro?
Sim. Quando estiver com o couro cabeludo inflamado, evite tinturas e alisamentos, que irritam ainda mais.

5. A caspa atinge mais homens ou mulheres? Em qual faixa etária?
A caspa incomoda igualmente homens e mulheres, mas é mais comum em adultos entre 22 e 40 anos.

6. É transmissível?
Não. Nem mesmo se você usar o mesmo pente ou a escova de cabelo de quem tem o problema.

7. Esse mal tem cura?
"Ainda não. A caspa pode acompanhar a pessoa ao longo de sua vida, com períodos de melhora e piora. Porém, com o tratamento adequado é possível reduzir os sintomas, como coceiras e descamações".

8. Quais são os cuidados diários para evitar ou aliviar o problema?
O ideal é tomar banho com água morna ou fria (lembre-se: a água quente agrava o ressecamento). Outra dica é evitar as situações estressantes, sempre que possível. "Evite ainda ficar com o cabelo úmido por muito tempo e use um xampu específico para tratar a caspa três vezes por semana".

9. O que um xampu anticaspa deve conter?
Os xampus que levam sulfeto de selênio, ciclopirox olamina ou cetoconazol são eficientes. Confira na embalagem dos produtos se eles têm na composição uma dessas substâncias.

10. Qual o tratamento mais indicado?
Se o uso do xampu anticaspa não for suficiente para diminuir o problema, consulte um dermatologista, que poderá indicar a aplicação de loções especiais ou, em casos mais graves, até um remédio via oral.

11. Quando é preciso procurar o médico?
Quando os sintomas da coceira ou a descamação diminuem, apesar do uso do xampu anticaspa.

12. O xampu anticaspa não resseca o cabelo?
Não. Os produtos atuais contêm ativos hidratantes. Mas use apenas uma quantidade equivalente a uma moeda de 1 real (para cabelo comprido).

BANHO...TUDO DE BOM NÉ?

Coisa boa d+++ 
No Brasil, por ser um país tropical, o banho diário é um hábito comum, ao contrário de outros países, que enfrentam um frio rigoroso. O banho é revitalizante, alivia o estresse, cuida da nossa beleza e nossa assepsia. Nos dias de frio, costumamos demorar mais tempo debaixo do chuveiro, e obviamente, usamos a água mais quente que de costume.
Banho
O problema, é que água muito quente faz mal para pele, ela resseca a pele, que nessa época já sofre com ventos e a baixa temperatura. Além disso, um banho prolongado e muito quente tira manto hidrolipídico, uma camada de proteção da pele, que é feita de água e gordura.

Dicas para o bom e saudável banho: 

É indicado que a água esteja morna, que o banho não passe de 20 minutos e se possível, usar sabonetes neutros e também hidratantes. Mas, se você não dispensa um banho quente, procure usar óleos para banho antes de tomar banho, para que sua pele não fique ressecada.
Uma boa dica são banhos hidratantes, relaxantes e desintoxicantes, dessa forma sua pele ficará muito mais bonita e revitalizada, além de diminuir o estresse, eliminar odores e pomover bem estar.

RECHEIOS PARA PASTEL -


Recheio de carne moída

1/2 meio quilo de carne moída
1 cebola pequena picada, alho e temperos de sua preferencia.
Cheiro verde picadinho,
2 colheres de óleo de soja,
Sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo:
Numa panela refogue a cebola picada no óleo até murchar. Acrescente a carne moída já temperada, o cheiro verde e refogue até ficar bem sequinha. Recheie os pastéis usando uma colher de sopa de recheio por pastel. Para 100 pastéis é só dobrar as quantidades e assim por diante.

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Recheio de queijo mussarela

500 gramas de queijo mussarela ralada em ralo grosso,
orégano


Modo de preparo:
Recheie os pastéis, usando uma colher de sopa para cada pastel.


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Banana com canela

Bananas-prata,
Açúcar e canela o quanto baste.

Modo de preparo:
Sobre a massa laminada distribua as bananas em metades no sentido do comprimento, e sobre elas coloque uma colherinha de açúcar com canela, cubra e feche apertando bem. Em seguida, corte o pastel, cujo formato é mais comprido, e depois de frito passe-o em mistura de açúcar com canela e sirva.

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Recheio italiano ou de pizza

250 gramas de queijo mussarela,
250 gramas de linguiça calabresa ou presunto.

tomates, orégano

Modo de preparo:
Rale o queijo e a calabresa ou o presunto em ralo grosso. Acrescente uma colher rasa de chá de orégano e dois tomates picados e misture bem todos os ingredientes e recheio e o pastel, usando uma colher de sopa bem cheia de recheio para cada pastel.


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Recheio de palmito
300 gramas de palmito, 
1 cebola pequena, 
2 tomates picadinho.
Cebolinha, salsa, pimenta a gosto e alho.
Salsa e sal a gosto. 

Modo de preparo:
Pique todos os ingredientes e refogue em pouco óleo. Depois que esfriar, recheie os pastéis usando como medida uma colher de sopa por pastel. se quiser um recheio cremoso acrescente leite temperado e maizena para engrossar, formando assim um creme de palmito. Fica delicioso!!!


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ANIMAIS...AME-OS OU NÃO TENHA-OS

ANIMAIS - CUIDANDO COM RESPONSABILIDADE E AMOR

Quem não curte a companhia de um bicho de estimação? É impossível resistir! Porém, o animal não é um brinquedo que pode ser descartado quando se perde o interesse por ele, ou quando se acha que se tornou um “estorvo”. Como todo ser vivo, ele possui necessidades e ritmos próprios que precisam ser bem conhecidos antes que sua posse seja concretizada.
Ele cresce, envelhece, tem fome, faz sujeira, pode fazer barulho, precisa ser ensinado, pode ficar doente e precisa de atenção. Precisamos ter consciência de tudo isso pois, a partir do momento que resolvemos ter sua posse, seremos responsáveis pelo seu bem-estar até o final de sua vida. Afinal de contas, o bichinho não pediu para que você fosse o “dono” dele, não é?

É muito difícil mensurar a quantidade de animais (em geral, cães e gatos) abandonados nas grandes cidades. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que em grandes centros urbanos, há um cão - por exemplo - para cada cinco habitantes; mas 10% deles está em estado de abandono. Em cidades como São Paulo, acredita-se que o abandono atinja a casa dos milhões.
Ter consciência da nossa responsabilidade pelo bem-estar dos animais, considerados de estimação, reflete na diminuição do abandono. Inclusive, quando são abandonados, os animais estão mais sujeitos às doenças, à violência e maus-tratos e à possibilidade de contribuir para uma superpopulação, tendo em vista de que muitos deles não são esterilizados.
O convívio saudável com os animais domésticos de estimação não deveria ocorrer por impulso ou induzido pelo consumismo/modismo. Para que não ocorram arrependimentos ou sofrimentos desnecessários para ambos os lados, recomenda-se refletir sobre todos os aspectos dessa futura convivência. Há questões específicas que precisam ser pensadas, antes de levar o animal para casa:
1 - O espaço físico, que será compartilhado entre os animais e a família, permite uma convivência que não gere restrições aos dois (sobretudo do ponto de vista do comportamento)?
2 - Todas as pessoas envolvidas no dia-a-dia desta convivência estão de acordo, ou serão conscientes e tolerantes, de suas novas obrigações? Isso também vale para empregados domésticos, especialmente diaristas.
3 - Ao escolher o parceiro animal, é importante buscar informações e orientações sobre a espécie, raça (ou não), finalidade, porte e temperamento pretendido.
4 - Avaliar todos os custos agregados, desde a aquisição, principalmente a manutenção rotineira. É preciso ter uma reserva financeira para incidentes e ocorrências eventuais mais onerosas;
5 - Considerar os benefícios de uma adoção e evitar a compra, sobretudo porque animais não são mercadorias, mas seres com sentimento. Dessa forma, não há sentido em se comprar animais.



PRINCIPAIS CUIDADOS COM AS PLANTAS


Tem plantas que fazem bem, outras não! 

Principais cuidados na hora de usar as plantas - 



O uso pouco cuidadoso de plantas medicinais, seja pelo conhecimento insuficiente do assunto, pela má informação ou mesma pela falsa ideia de que "oque é natural, se não fizer bem, mal não faz", tem causado certos efeitos indesejados como intoxicações ou mesmo a ausência de resposta medicamentosa esperada.
   Para que você possa utilizar melhor as plantas medicinais, estamos divulgando algumas informações e recomendações    úteis:
  1. Utilize somente plantas medicinais conhecidas;
  2. Procure conhecer a parte da planta que serve como remédio (raiz, caule, folha ou flor);
  3. Não colete plantas medicinais nas margens dos rios, córregos poluídos ou esgotos, bem como na beira de estradas, por causa das substâncias tóxicas desprendidas da fumaça que sai dos carros;
  4. Tenha cuidado ao comprar plantas medicinais, observando sempre o seu estado de conservação (se não tem mofo, insetos, etc.);
  5. Procure conhecer o modo de preparar as plantas utilizadas colo remédio (infusão, cozimento, etc.);
  6. Lembre-se que as plantas medicinais, mesmo quando indicadas corretamente para uma doença, podem provocar efeitos indesejáveis ao organismo se forem tomadas em grandes quantidades e muito concentradas;
  7. O tempo de tratamento vai variar de acordo com a doença e com a reação do organismo ao tratamento. Em caso de doença que requeira um tratamento prolongado, procure sempre acompanhamento médico;
  8. Prepare o chá de preferência em vasilha de barro, esmaltada ou de vidro refratário (que possa ser levado ao fogo);
  9. De preferência, não adoce os chás. Caso queira adoçá-los, use açúcar mascavo (escuro), rapadura, ou mel de abelhas;
  10. Os chás, quando indicados para problemas digestivos devem ser tomados frios e sem açúcar;
  11. Os chás indicados para gripe, bronquite e febre, deve ser tomados ainda quentes;
  12. Evite chás para crianças que estejam em aleitamento materno até os 6 meses de idade;
  13. Procure conhecer as plantas que são tóxicas;
  14. Esteja atento na hora de usar as plantas, observando se a indicação é para o uso interno (para beber) ou externo (compressa, cataplasma, etc.), ou ambas;
  15. Não substitua imediatamente o remédio dado pelo seu médico por plantas indicadas por amigos. Procure antes conversar com seu médico.